Os desafios do Gerente TI de hoje, parte 3/3.
3 requisitos de rendimento para uma rede “Fit for Purpose”
Uma infra-estrutura de rede “Fit for Purpose” é a que tem sido projetada para responder às necessidades da força de trabalho, colaborativa, de hoje; pessoas que constantemente requerem acesso em tempo real a ferramentas, informação e aplicações interativas.
As redes “Fit for Purpose” respondem a três requisitos críticos de rendimento nas redes de hoje: Recuperação, Eficiência e Escalabilidade.
Requisito N° 1 – Capacidade de recuperação:
A proposta para capacidade de recuperação da rede “Fit for Purpose” baseia-se na tecnologia de “Switch Clustering”, à administração efetiva das operações de manutenção de rotina e de cortes imprevistos.
- Tecnologia “Switch Clustering”: Esta tecnologia virtualiza o núcleo de rede independentemente da escala e oferece recuperação imediata frente a falhas. As interrupções são virtualmente imperceptíveis para o usuário, as sessões não geram falhas e as aplicações não se travam. Este nível de capacidade de recuperação se estende a todo o ambiente da rede da empresa, garantindo o mesmo modelo e nível de serviço consistente, tanto para as sucursais como para a oficina central.
- Gestão de falhas: Diante de uma falha, a unidade avariada pode se desconectar sem perder disponibilidade total da aplicação. O processo Avaya “Automatic Unit Replacement” (AUR) administra todas as descargas necessárias e logo, conecta novamente o switch, sem necessidade de contar com um engenheiro para sua administração ou configuração. Os operados de redes podem particionar a rede, realizando serviços essenciais com maior capacidade de recuperação e permitindo a reparação em tempo real de cada uma das peças.
Requisito N° 2 – Rendimento eficiente da rede
O rendimento eficiente de uma “Fit for Purpose” baseia-se na consolidação de serviços, eficiência energética e uma plataforma de administração eficiente.
- Consolidação de serviços: Pode-se integrar routing de WAN, switching LAN, gateway de voz e pacote de aplicações “Unified Communication” em um só dispositivo. Ao empregar soluções que requerem poucos dispositivos se obtém níveis de confiabilidade, rendimento e eficiência, gerando menores custos de capital e custos operativos. (Ver gráfico comparativo TCO).
- Eficiência energética: Economia operativa ao reduzir a quantidade de energia que se usa para o funcionamento de um determinado equipamento e também, indiretamente pela economia obtida ao precisar menos ar condicionado. (Ver gráfico “Consumo de Energia”).
- Plataforma de administração eficiente: Em lugar de usar os sistemas de administração múltipla que criam uma proposta distribuída, a administração de redes “Fit for Purpose” consolidam sistemas de administração de voz, dados, com fio e sem em uma única plataforma que permite aos gerentes de redes resolverem os problemas ate quatro vezes mais rápido.
Requisito N° 3 – Escalabilidade para disponibilidade futura
A escalabilidade em uma rede “Fit for Purpose” aproveita diversas inovações, plataformas virtualizadas de vários dispositivos, arquiteturas otimizadas, QoS automática e segurança baseada em funções. Para escalar de maneira mais efetiva.
- Plataformas virtualizadas de múltiplos dispositivos: ao reduzir a dependência das plataformas individuais dedicadas que estão interconectadas para beneficiar uma quantidade menor de hosts multi propósito, se obtém altos níveis de capacidade e rendimento, evita-se o custo de hardware Premium para uma missão específica. As novas implementações agora significam simplesmente atualizações de software.
- Capacidade para pagar em relação ao que você cresce: As redes “Fit for Purpose” superam as restrições que enfrentam outros sistemas (como sistemas Token Sharing / Passing ou Cascading básico) possibilitando escalar de forma proporcional à medida que se adicionam novos switches o porto e os requerimentos de “Band With” aumentam.
- QoS automática: “Automatic Quality of Service” calibra de maneira interrompida o rendimento dos dispositivos, servidores, aplicações e “Ethernet Switches” dos usuários, favorecendo QoS consistente e otimizado que permite à rede entender e responder melhor ao trafico de alta prioridade que e sensível à latência nos momentos em que a rede esta congestionada.
- WLAN: As arquiteturas de WLAN atuais, tanto as implementadas de “Distributed/FatAP” como as configurações de “Centralized/Thin AP”, não são adequadas para dar suporte à função que as WLAN têm em toda a rede corporativa. As redes “Fit for Purpose” unificam as redes com fio e sem fio que usam uma arquitetura de ultima geração de plano dividido e oferece a melhor solução para dar suporte à nova função de 802.11n baseada em WLAN e pode alcançar uma redução de ate 55% nos custos de hardware, em comparação com o líder do mercado.
- Controle de aceso baseado em funções: Muitas empresas têm criado uma arquitetura de segurança isolada com armazenamento e políticas em diretórios independentes para a rede com fio, WLAN, VPN, etc. As redes “Fit for Purpose” simplificam a administração da identidade na rede em toda a empresa, brindando um acesso baseado em funções consistentes e centralizadas, que permite a implementação e administração em toda a rede.
Em conclusão se quiséssemos resumir os desafios do gerente de TI de hoje, diríamos que:
A era da comunicação e colaboração em tempo real muda o jogo no mundo da arquitetura de redes corporativas. As demandas de capacidade de recuperação, eficiência e escalabilidade requerem uma mudança pragmática no desenho de redes. A necessidade de analisar cuidadosamente as compras de rede de dados para maximizar o ROI e limitar o TCO unicamente aumentará com a demanda crescente de UC. As empresas que procuram aproveitar ao maximo e de um jeito rentável as ultimas inovações e gerar produtividade e diferenciação competitiva de um jeito constante, consideram o novo entorno.
É hoje, o momento, para as redes que são verdadeiramente “Fit for Purpose”


















